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	<title>Entrelaços</title>
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	<description>Expansão do Ser</description>
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		<title>Liderando líderes da Geração Y</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Jul 2011 21:28:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>albamariatorres</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão & Carreira]]></category>

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		<description><![CDATA[Jovens de até 30 anos, super ativos, questionadores, adoram tecnologias. Não vivem para trabalhar, nem trabalham para viver, trabalham para aprender e para crescer (não apenas economicamente). Valorizam a flexibilidade, autonomia e o equilíbrio entre vida pessoal e profissional. Não gostam da rotina dos processos, preferem atuar em projetos, de preferência em equipes multifuncionais, pois aprendem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Jovens de até 30 anos, super ativos, questionadores, adoram tecnologias.</p>
<p>Não vivem para trabalhar, nem trabalham para viver, trabalham para aprender e para crescer (não apenas economicamente). Valorizam a flexibilidade, autonomia e o equilíbrio entre vida pessoal e profissional.<strong> </strong>Não gostam da rotina dos processos, preferem atuar em projetos, de preferência em equipes multifuncionais, pois aprendem mais. Aqui é importante ressaltar o cuidado de não generalizar. Nem todos os jovens da geração Y têm essa maneira de pensar e agir.</p>
<p><strong>Risco</strong>: o senso de urgência característico dessa geração, uma impaciência em aprender, em ter resultados rápidos, pode levar a decisões precipitadas na gestão da carreira e a posturas de intolerância e arrogância.</p>
<p>Destacamos algumas variáveis essenciais para despertar a energia e a paixão de jovens com o perfil acima, quando trabalhando dentro de uma organização:</p>
<h4><strong>O QUE ELES VALORIZAM NA RELAÇÃO COM O SEU LÍDER</strong></h4>
<ul>
<li>Que estimulem a autonomia e o comprometimento e não a obediência;</li>
<li>Que deem feedback regularmente;</li>
<li>Que mantenham um diálogo verdadeiro, sabendo ouvir e criar um ambiente participativo; gostam de conversas diretas, com transparência e espontaneidade.</li>
</ul>
<h4><strong>O QUE VALORIZAM NO AMBIENTE DE TRABALHO</strong></h4>
<ul>
<li>Só acreditam nos valores pregados pela organização, após constatarem sua prática regular.  Lealdade para eles não se evidencia por tempo de casa, mas por disponibilizar o melhor do seu talento e capacidade para obter resultados, enquanto estiver aprendendo;</li>
<li>Resistem a formalismos;</li>
<li>Competitivos, gostam de desafios, lidam com eles com vitalidade; sentem-se testados, gostam de autonomia, querem vivenciar seus talentos e capacidades; isso é o que esperam do ambiente de trabalho e do modelo de gestão.</li>
</ul>
<h4><strong>O VALOR DA REMUNERAÇÃO</strong></h4>
<ul>
<li>Meritocracia, bônus, benefícios, são muito mais importantes do que o salário em si;</li>
<li>Reconhecimento de sua capacidade de entrega e realização.</li>
</ul>
<h4><strong>O ESTILO DE LIDERANÇA INDICADO</strong></h4>
<p>Antigamente o profissional era promovido para chefe porque era quem tinha mais conhecimento técnico na equipe. Hoje, é promovido a líder quem tem mais habilidades de inspirar, formar e manter equipes em alto desempenho, agregando valor econômico à organização e o fortalecimento das relações humanas.</p>
<p>O profissional da Geração Y não acredita que  tem menos capacidades do que o chefe.  Daí a importância do líder adotar o estilo de liderança que incentive e apóie o profissional na conquista da autonomia e da autogestão.</p>
<p>É importante que o líder crie um ambiente de trabalho onde eles possam aplicar seu talento e capacidades, valorizando sua energia e paixão; ao delegar responsabilidades o líder deve considerar também o nível de nível de experiência do liderado, mas mantendo uma política de desafio constante, aprendizado e amadurecimento contínuo.</p>
<p>Para liderar líderes da Geração Y o <em>líder-coach</em> tem se mostrado o mais indicado, porque valoriza a capacidade do liderado de inovar, de participar, de propor soluções, aprendendo a pensar com foco nas possibilidades.</p>
<p>O líder-coach é uma técnica e pode ser aprendida. Para que seja eficaz, no entanto, é fundamental que os líderes:</p>
<ul>
<li>Acreditem que seus liderados têm, ou que podem adquirir, os recursos internos que precisam para desenvolverem a autonomia que desejam;</li>
<li>Dêem o exemplo para conquistar a confiança e respeito do liderado;</li>
<li>Tenham interesse genuíno pelas pessoas que lideram e pelo seu crescimento.</li>
</ul>
<p>Para ser um líder-coach de fato é preciso saber identificar no dia a dia desafios que despertem o interesse do liderado e sua energia e paixão; busque formar equipes multifuncionais pois isso cria um ambiente de aprendizagem continua. Tratar esses desafios e responsabilidades no modelo <em>projeto</em> (começo, meio e fim)facilita avaliar resultados obtidos e driblar a rotina.</p>
<p>O líder-coach, usando as técnicas de coaching, estimulará seus liderados a pensar em possibilidades e agir com responsabilidade. Cobra resultados (eficácia) e eficiência nos métodos de trabalho, mantendo o foco e dando feedbacks regularmente.</p>
<p>Lidere para o futuro, criando um ambiente de aprendizagem onde seus liderados desenvolverão também uma maturidade emocional para lidar com um mundo mais complexo no futuro e a liderar a próxima geração.</p>
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		<title>Inovação ou resistência a mudanças</title>
		<link>http://www.entrelacos.com.br/portal/blog/2011/07/15/inovacao-ou-resistencia-a-mudancas/</link>
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		<pubDate>Fri, 15 Jul 2011 21:26:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>albamariatorres</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão & Carreira]]></category>

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		<description><![CDATA[Nosso tempo é tempo de inovação. Assim, vale ficar atento para conferir sua disponibilidade emocional para as mudanças. Um jeito simples de fazer isso é observar se você tem falado frases como as abaixo. Se for esse o seu caso, questione-se! Veja abaixo algumas dicas de perguntas para o autoquestionamento: Eu nunca fiz isto antes. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nosso tempo é tempo de inovação. Assim, vale ficar atento para conferir sua disponibilidade emocional para as mudanças.</p>
<p>Um jeito simples de fazer isso é observar se você tem falado frases como as abaixo.</p>
<p>Se for esse o seu caso, questione-se!</p>
<p>Veja abaixo algumas dicas de perguntas para o autoquestionamento:</p>
<p><strong>Eu nunca fiz isto antes.</strong></p>
<p align="left"><em>Com quem posso aprender, trocar idéias?</em></p>
<p align="left"><strong>Ninguém nunca fez isso.</strong></p>
<p align="left"><em>O que preciso cuidar para ser um pioneiro de sucesso?</em></p>
<p align="left"><strong>Eu  já tentei isto antes.</strong></p>
<p align="left"><em>O que aprendi com a experiência anterior?</em></p>
<p align="left"><strong>Eu  já faço isto deste jeito desde &#8230;&#8230;</strong></p>
<p align="left"><em>Hello!!! Tá na hora de mudar ou tá na hora de mudar?</em></p>
<p align="left"><strong>É impossível!</strong></p>
<p align="left"><em>Quem garante que é impossível?</em></p>
<p align="left"><strong>Nossos concorrentes não estão fazendo isso!</strong></p>
<p align="left"><em>O que ganho sendo o pioneiro?</em></p>
<p align="left">
<h4 align="left"><strong>OUTRAS FRASES PARA VOCÊ PRATICAR O QUESTIONAMENTO:</strong></h4>
<p align="left"><strong>Nossos concorrentes já estão fazendo isso.</strong></p>
<p align="left"><strong>Isso não vai funcionar numa empresa pequena.</strong></p>
<p align="left"><strong>Isso não vai funcionar numa empresa grande.</strong></p>
<p align="left"><strong>Isso não vai funcionar na nossa empresa.</strong></p>
<p align="left"><strong>Por que mudar? Está bom assim!</strong></p>
<p align="left"><strong>Nossa empresa é diferente</strong></p>
<p align="left"><strong>Isso não vai dar certo!</strong></p>
<p align="left"><strong>Já vi esse filme antes!</strong></p>
<p align="left"><strong>Não temos pessoal</strong></p>
<p align="left"><strong>Não temos equipamento</strong></p>
<p align="left"><strong>Não dá para ensinar truque novo a cachorro velho</strong></p>
<p align="left"><strong>Não tenho tempo para aprender</strong></p>
<p align="left"><strong>Não gostei</strong></p>
<p align="left"><strong>Você tem razão,  mas…</strong></p>
<p align="left"><strong>É muito arriscado</strong></p>
<p align="left"><strong>Levaria muito tempo para dar certo</strong></p>
<p align="left"><strong>Estou bem desse jeito</strong></p>
<p align="left"><strong>Não tenho tempo!</strong><strong> </strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>O papel do coach no processo de Coaching</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Jul 2011 21:24:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>albamariatorres</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão & Carreira]]></category>

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		<description><![CDATA[O processo de coaching tem algumas premissas que são essenciais para nortear o trabalho do coach. Neste artigo vamos destacar duas dessas premissas: 1ª. Não há pessoas desprovidas de recursos. Todo cliente tem os recursos necessários para fazer as mudanças que deseja em sua vida, ou pode adquiri-los. 2ª. O coach tem as perguntas, o cliente tem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O processo de coaching tem algumas premissas que são essenciais para nortear o trabalho do coach.</p>
<p>Neste artigo vamos destacar duas dessas premissas:</p>
<p><strong>1ª.</strong> Não há pessoas desprovidas de recursos. Todo cliente tem os recursos necessários para fazer as mudanças que deseja em sua vida, ou pode adquiri-los.</p>
<p><strong>2ª.</strong> O coach tem as perguntas, o cliente tem as respostas.</p>
<p>Assim, o papel do coach no processo de coaching é o de facilitar a aprendizagem do cliente.</p>
<p>Consideramos que só há aprendizagem quando há mudanças. Essas mudanças pessoais e no ambiente ocorrem  ao se implementar um conhecimento ou habilidade adquirida. Se aprende mesmo quando se pratica. Muitas vezes a dificuldade do cliente é acreditar que ele tem condições de <span style="text-decoration: underline;">iniciar </span>e <span style="text-decoration: underline;">sustentar</span> essa mudança, sendo, geralmente, a dúvida mais intensa quanto ao <span style="text-decoration: underline;">sustentar</span> a mudança. O coach trabalha com o cliente construindo com ele uma nova percepção das suas capacidades e possibilidades para lidar com as situações.</p>
<p>Na minha experiência é muito comum encontrar pessoas com dificuldades de encontrar o caminho para colocar em prática o seu entendimento, por exemplo, de uma nova técnica de gestão, ou de sustentá-la diante das situações do dia a dia. O coach apóia o cliente na construção dessa ponte entre conhecimento e prática sustentável, o que passa pela persistência do cliente em desenvolver a habilidade de ler a realidade e identificar possibilidades. Tudo isso passa também pelo sistema de crenças do cliente, o qual pode dificultar (ou facilitar) o aprendizado (mudança).</p>
<p>O coach apóia o cliente no processo de identificar os recursos que já tem &#8211; conhecimentos, habilidades e valores pessoais – e do quanto eles estão influenciando suas escolhas e sua maneira de lidar com as situações da vida.</p>
<p>O coach apóia o cliente a desenvolver a capacidade de descobrir possibilidades de usar esses recursos pessoais e a adotar maneiras mais flexíveis e resilientes para alcançar os resultados desejados, mantendo com o poder de decisão como cliente.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Definindo metas</title>
		<link>http://www.entrelacos.com.br/portal/blog/2011/07/15/definindo-metas-2/</link>
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		<pubDate>Fri, 15 Jul 2011 21:20:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>albamariatorres</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão & Carreira]]></category>

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		<description><![CDATA[Aprende que não importa onde já chegou, mas para onde está indo; mas, se você não sabe para onde está indo, qualquer caminho serve.&#8221; William Shakespeare Hoje nem se discute mais sobre a importância de se definir metas ou não.  O foco é como se define uma meta. Meta é um objetivo quantificado. Assim, o primeiro passo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<p align="right">Aprende que não importa onde já chegou, mas para onde está indo; mas, <em>se você não sabe para onde está indo</em>, <em>qualquer caminho serve</em>.&#8221;</p>
</blockquote>
<p align="right"><em>William Shakespeare</em></p>
<p>Hoje nem se discute mais sobre a importância de se definir metas ou não.  O foco é como se define uma meta.</p>
<p>Meta é um objetivo quantificado. Assim, o primeiro passo é definir um objetivo claro. Uma regra fundamental na definição de objetivos para que dele se possa definir a Meta SMART é: diga o que você quer e não o que você não quer. Um objetivo tem que ser descrita de forma positiva, precisa ser visualizado no futuro desejado.</p>
<p>A partir do objetivo se define então a Meta SMART.</p>
<p>Veja abaixo como:</p>
<p>E<strong>S</strong>PECÍFICA</p>
<p><strong>M</strong>ENSURÁVEL<strong></strong></p>
<p><strong>A</strong>LCANÇÁVEL<strong></strong></p>
<p><strong>R</strong>ELEVANTE</p>
<p><strong>T</strong>EMPO- PRAZO</p>
<p>Na definição de metas é fator crítico de sucesso assegurar-se de que ela tenha os atributos SMART:</p>
<p><strong>Seja especifica</strong>: o que você quer realmente? É preciso dizer o que se quer, com clareza.</p>
<p><strong>Seja mensurável:</strong> como você vai saber que conseguiu alcançar sua meta? Quais indicadores vão avisá-lo de que está no caminho certo para alcançar o que quer?</p>
<p><strong>Seja alcançável:</strong> quais recursos são necessários? Quais obstáculos podem surgir? Como lidará com eles? Que apoio precisará? Essa meta é realista? É possível alcançá-la com esses recursos, nesse prazo e com a qualidade desejada?</p>
<p><strong>Seja relevante</strong>: O que esta meta significa para sua área, para você e sua equipe? Como se sentem a respeito? Tem fundamento e/ou argumentos para influenciar outros a apoiá-lo? SE uma meta não tem significado para você, o mais provável é que você não tenha a paixão e a dedicação necessária para alcançá-la.</p>
<p><strong>Defina um Tempo</strong>: Qual o prazo para alcançar sua meta? Qual o cronograma com prazos intermediários? Como fará o acompanhamento de suas ações? Com qual periodicidade?</p>
<p><em>Referência bibliográfica<br />
</em>Doran, George T. <strong>&#8220;There&#8217;s a S.M.A.R.T. way to write management&#8217;s goals and objectives.&#8221;</strong> Management Review, Nov 1981, Volume 70 Issue 11.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>As cinco disciplinas</title>
		<link>http://www.entrelacos.com.br/portal/blog/2011/07/15/as-cinco-disciplinas-2/</link>
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		<pubDate>Fri, 15 Jul 2011 21:17:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>albamariatorres</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão & Carreira]]></category>

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		<description><![CDATA[Aprender a aprender em grupo. Essa é a essência da proposta da Organização de Aprendizagem apresentada por Peter Senge em seu livro A Quinta Disciplina. Existem alguns desafios a superar para que uma organização torne-se uma organização de aprendizagem. O primeiro deles é a expansão do nosso modelo mental, saindo de um modelo cartesiano de dividir o todo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aprender a aprender em grupo. Essa é a essência da proposta da <em>Organização de Aprendizagem</em> apresentada por Peter Senge em seu livro <em>A Quinta Disciplina.</em></p>
<p>Existem alguns desafios a superar para que uma organização torne-se uma organização de aprendizagem. O primeiro deles é a expansão do nosso modelo mental, saindo de um modelo cartesiano de dividir o todo em partes para melhor entender o mundo e, nesse processo, deixando de ver o todo. Dentro de uma organização é preciso ser capaz de ver tanto as partes como o todo, e, principalmente, ver os entrelaçamentos entre as partes.</p>
<p>Nesse contexto, são as pessoas que constituem o principal meio de alavancagem para os processos de aprendizados que geram as mudanças desejadas.  Esse aprendizado é contínuo, individual e também, e principalmente, em grupo.</p>
<p>A proposta de uma <em>Organização de Aprendizagem</em> é a de um grupo que tem por objetivo aprender coletivamente, potencializando o aprendizado através das interações e de novas oportunidades geradas pelo convívio.</p>
<p>O estudo conjunto das cinco disciplinas propostas pelo autor tem como resultado o exame e modificação produtiva do modo de pensar e a modificação das interações entre as pessoas e dos processos nas instituições.</p>
<p>No contexto organizacional, o autor entende como disciplina “um conjunto de técnicas que devem ser estudadas e dominadas para serem postas em prática”.</p>
<p>As cinco disciplinas devem funcionar em conjunto. É importante ficar alerta para o modelo mental cartesiano que pode nos levar a não dar o mesmo tratamento prioritário a todas elas ou de acreditar que obterá resultados tendo domínio apenas de algumas delas.</p>
<p>Veja uma síntese do que o autor descreve para cada uma das disciplinas.</p>
<p><strong>Domínio pessoal</strong> – <em>“aprender a expandir nossa capacidade pessoal para criar os resultados que mais desejamos, e criar um ambiente organizacional que estimule todos os seus membros a se desenvolverem na direção das metas e fins escolhidos”.</em>Significa ter clareza dos objetivos e seus significados e ter clareza da situação atual. Domínio pessoal é saber querer algo e criar e lidar com a tensão para sair em busca da realização desse querer. Duas crenças precisam ser superadas para que cada um conquiste essa primeira disciplina: acreditar na própria capacidade de conseguir seus objetivos superando obstáculos e acreditar que merece esse objetivo que deseja.  É preciso também aprender a integrar razão e intuição.</p>
<p><strong>Modelos mentais</strong> – <em>“reflexionar, esclarecer continuamente e melhorar nossos quadros internos do mundo, e determinar como eles moldam nossas ações e decisões”. </em>“Modelos mentais são idéias profundamente arraigadas, generalizações ou imagens  que influenciam nosso modo de encarar o mundo e nossas atitudes”.</p>
<p><strong>Objetivo comum (Visão compartilhada)</strong> – <em>“construir um senso de compromisso em que um grupo, desenvolve imagens compartilhadas do grupo que buscamos criar, e os princípios e práticas orientadoras pelos quais esperamos chegar lá”; </em>é o que torna possível um sentimento de coletividade, de pertencimento, que leva ao comprometimento em vez de à obediência. É o comprometimento que traz energia, paixão e ação.</p>
<p><strong>Aprendizado em equipe</strong> – <em>“transformar as habilidades conversacionais e coletivas de raciocínio, de modo que grupos de pessoas possam, confiavelmente, desenvolver inteligência e capacidade maiores do que a soma dos talentos do membros individuais”. </em>Essa disciplina exige a prática do diálogo.</p>
<p><strong>Raciocínio Sistêmico</strong> –“<em>um modelo de apreciar, e uma linguagem para descrever e entender, as forças e interrelações que moldam o comportamento de sistemas. Essa disciplina ajuda-nos a entender como mudar sistema de modo mais eficaz, e agir em melhor sintonia com os processos maiores do mundo natural e econômico”. </em>Essa disciplina significa ser capaz de ver as interrelações entre as partes de um sistema e ver a mudança não com eventos, mas como processos.</p>
<p>O Raciocínio Sistêmico é a quinta disciplina; precisa das outras quatro para realizar seu potencial:</p>
<p>&#8230;” objetivo comum para obter um engajamento a longo prazo: modelos mentais para detectar nossas falhas na maneira atual de ver o mundo; aprendizado em grupo para que as pessoas possam enxergar além dos limites de suas perspectivas pessoais; domínio pessoal para nos motivar a pesquisar continuamente como as nossas ações afetam o mundo em que vivemos”.</p>
<p>Fonte:<br />
SENGE, Peter. <strong>A Quinta Disciplina: Caderno de Campo.</strong> Editora Qualitymark. 2000.</p>
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		<title>As oito regras de ouro da liderança</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Jul 2011 21:08:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>albamariatorres</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão & Carreira]]></category>

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		<description><![CDATA[Se você quer ser reconhecido como líder por sua equipe, pares e superiores, aqui vão oito regras que, se seguidas com interesse genuíno, poderão ajudá-lo. O que um líder deve fazer:  1. Dar direção e significado, definindo objetivos e metas claras para sua equipe, alinhadas com os objetivos da organização e da área da qual [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se você quer ser reconhecido como líder por sua equipe, pares e superiores, aqui vão oito regras que, se seguidas com interesse genuíno, poderão ajudá-lo.</p>
<p><strong>O que um líder deve fazer: </strong></p>
<p><strong>1.</strong> Dar direção e significado, definindo objetivos e metas claras para sua equipe, alinhadas com os objetivos da organização e da área da qual faz parte.</p>
<p><strong>2.</strong> Definir com o liderado, objetivos para o seu desenvolvimento profissional, viabilizando a delegação de responsabilidades de forma adequada.</p>
<p><strong>3.</strong> Manter diálogo com a equipe, dando feedback de reconhecimento e de melhoria, regularmente, para ajudá-los a melhorar o desempenho.</p>
<p><strong>4.</strong> Promover um ambiente de trabalho participativo onde existe liberdade para falar, opinar, contribuir e sugerir, tratando as necessidades e sentimentos dos colaboradores com respeito.</p>
<p><strong>5.</strong> Despertar energia, entusiasmo, cooperação e inspira o comprometimento de todos para a melhoria contínua do trabalho e alcance dos resultados desejados, valoriza as diferenças e reconhece as contribuições das pessoas para os resultados alcançados.</p>
<p><strong>6.</strong> Reconhecer erros não intencionais como parte do processo de trabalho e, junto com sua equiope, aprender com eles.</p>
<p><strong>7.</strong> Demonstrar interesse genuino pelas pessoas, expressando confiança na capacidade da equipe em alcançar os resultados definidos.</p>
<p><strong>8.</strong> Ajudar a equipe a conseguir que as coisas sejam feitas, apesar dos desafios, ambigüidades ou problemas inesperados.</p>
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